Marc Martel

Hello people.

Ao contrário do que ocorreu outro dia, hoje acordei muito bem humorado depois de uma boa noite de sono. E logo cedo recebo um comentário via facebook do meu brother Cadu de um vocalista que tem o timbre muito parecido com o do Freddie Mercury. O nome dele é Marc Martel, é vocalista de uma banda chamada Downhere, do Canadá. Não encontrei (nem procurei direito) informações sobre essa banda/vocalista, mas parece que são uma banda de rock cristão, ele toca guitarra e vi uma foto dele tocando piano/teclado. Pelo que parece já estão rolando piadinhas sobre a reencarnação do Freddie Mercury, mas o timbre dele lembra muito mesmo. Qualquer desavisado não irá notar a diferença a não ser que seja um fã-nático pelo Queen (eu quase sou um).

Selecionei alguns vídeos dele, inclusive uma audição de “Somebody to Love” para o site “Queen Extravaganza”, que parece que é um tipo de seleção de talentos tocando/cantando as músicas do Queen, que está montando a própria banda tributo para sair em excursão em 2012.

Enjoy it.

Bohemian Rhapsody

Somebody to Love audition

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Queen + Paul Rodgers (2008) The Cosmos Rocks

Novo disco do Queen no pedaço. É, vocês não estão lendo errado. O Queen, ou melhor, Brian May e Roger Taylor juntaram os instrumentos com Paul Rodgers (Free, Bad Company) e lançaram um disco de estúdio. Sim, não é inédita essa parceria, em 2005 eles fizeram um show ao vivo chamado “Return of Champions”. Mas e então José? E então que isso não é Queen, na humilde opinião desse que vos escreve e é um grande fã da banda.

Isso não quer dizer que esse novo disco seja ruim de se ouvir, mas eu sinceramente achei muita pretensão estampar o nome Queen na banda, já que 50% dos membros originais não estão presentes. Até na sonoridade é perceptível a falta da identidade da banda, pois na maioria das músicas não existe o timbre peculiar da guitarra de May. Paul Rodgers até canta bem, mas não é o estilo que eu curto. Roger faz seu trabalho competente na bateria.

Eu tenho toda a trajetória do Queen, desde 1973 com Queen I até o derradeiro Innuendo de 1991. Depois lançaram alguns caça-níqueis, mas sempre com o grande Freddie Mercury nos vocais. Embora a banda tenha mudado sua sonoridade com o passar dos anos, a essência sempre continuou a mesma, tanto é que a formação da banda nunca mudou.

Então amiguinhos, ouçam e tirem suas próprias conclusões. Na minha discografia do Queen esse álbum não tem lugar. =)