Sei lá, é mais ou menos isso…

De um velho post do jotabê medeiros, resumindo muito do que eu sempre quis dizer sobre o que me faz escrever sobre rrrrrock (coisa que ando fazendo bem pouco e que me faz falta bagarái, e que may god help us with the time and the guts eu vou resolver muito em breve), mas que nunca cheguei nem perto de conseguir definir.

“Sempre achei que um cara, se vai escrever sobre música (ou sobre quadrinhos), tem de agarrar a música (ou o gibi) pelas unhas.  Dar uma banana para os sentimentos mais cartesianos e abraçar algum delírio, quer ele passe de charrete ou de ferrari. Vejo uns textos por aí que não consigo distinguir da lista telefônica, outros parecem discurso de líder integralista (“se você não gosta do que eu gosto, você é um bosta”; “escravos, matem os caras de quem eu não gosto! eles não merecem viver!”).

Como resenhista, eu nunca pretendi tornar nada em hype. Isso é coisa para gente muito phoderosa, nunca pretendi nada assim (deixo isso para os colegas que influenciam milhões, inclusive os críticos anglosaxões, que lêem o hype que os colegas criam em português e depois o transmitem a ingleses e americanos – fabuloso bumerangue cultural). Mas se um disco é bacana, tenho a petulância de recomendá-lo aos amigos. Se um disco é ruim, por vezes eu tenho a manha de perder tempo tentando dizer porque é tão ruim (é claro, também ganho para isso).”

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