Meu nome é Carlos Eduardo, nasci em 07 de setembro de 1982. Nasci em Santos, mas fui criado na Praia Grande. Sou o quarto filho de uma familia pequena porém, unida. Fui adotado com apenas oito meses, por isso fui e ainda sou o mais protegido de todos os filhos, sou aquele que os pais erraram menos, criticaram mais. elogiaram de menos e cobraram além da conta. Sem contar que, sou gordo, sou feio, sou mau humorado e não faço média com ninguém. Meus elogios são sinceros, assim como, minhas criticas. Poucos me amam, muitos me odeiam. Cresci na rua, aprendi a ser moleque de rua com os moleques de rua, passei boa parte da minha infância empinando pipas, surfando, jogando bola e arrumando confusão. Tudo isso variando entre passar bons momentos com o meu velho (que Deus o tenha) nos botécos da avenida costa e silva no boqueirão e em casa vendo minha mãe jogar cartas com as amigas até de madrugada.
Hoje posso dizer que com apenas 25 anos Eu, assim como disse Chaplim - “Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, quebrei a cara muitas vezes. Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo!)… Mas vivi e ainda vivo!!! Não passo pela vida… Porque bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão!!! Perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve, a quem se arrisca… A vida é MUITO curta para ser insignificante…”
Abraço
muito importante o que vc escreveu ai …. li com muita calam eatenção e concordo com sua conclusão…. somos todos carentes porem nao conseguimos nos controlar quando encontramos a pessoa “certa”, não temos mais a sensibilidade de “segurar a areia na mãos”…. bju
O Cadu acha que é genial e, de fato, no caso do truque da imagem, foi. Tenho que admitir!
é o cara.
tentativa número 2.
Vamo la:
Ainda te levo para andar à cavalo filhão, quem sabe você não entende aquele sentimento sobre o qual agente estava conversando sobre a relação “homem-eqüino”!? Rss
Grande abraço, e não se esqueça de parar aqui em Nova Mutum se por acaso passar pela BR-163!
Sucesso!